sexta-feira, 16 de abril de 2010
QUE CALOR DE LOUCO...
As temperaturas globais – estimuladas pelo fenômeno El Niño – alcançaram em março um nível recorde, indicou nesta quinta-feira o Instituto Oceânico e Atmosférico americano (NOAA) em um comunicado.
“Condições mais quentes que o normal dominaram a terra, especialmente no norte da África, no sul da Ásia e no Canadá”, afirmou o NOAA.
A temperatura média da superfície terrestre – que combina a da terra e a do mar – para março de 2010 foi a mais quente já registrada: 13,5 graus centígrados, o que equivale a 0,77 graus a mais que a média do século XX, 12,7 graus, indicou a instituição.
A temperatura média dos oceanos foi a mais quente para qualquer mês de março desde o início do registro, em 1880, enquanto que a temperatura global da superfície terrestre foi a quarta maior para março, garantiu o NOAA, citando uma análise do National Climate Data Center. Acrescentou ainda que o período janeiro-março foi o mais quente registrado no planeta.
O NOAA destacou que ainda que o fenômeno do El Niño, que se caracteriza por temperaturas maiores que o normal em águas das regiões central e oriental do Pacífico tropical, “contribuiu de forma significativa para o aquecimento no cinturão tropical e na temperatura geral dos oceanos”.
Espera-se que o El Niño mantenha sua influência no hemisfério Norte “pelo menos ao longo da primavera” boreal, acrescentou o NOAA. (Fonte: G1)
16 / 04 / 2010
Por clipping
Ambiente Brasil
DESMATAMENTO
O Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Caatinga deve sair do papel até o final deste semestre. A determinação é da nova ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A urgência se justifica pela necessidade de frear, o mais rápido possível, o nível acelerado do desmatamento no bioma, único exclusivamente brasileiro, rico em biodiversidade, mas que já perdeu 45% de sua cobertura vegetal.
Números do monitoramento da Caatinga revelam que 0,33% de sua biomassa são transformados anualmente em carvão para abastecer a demanda por energia, tanto na região em que o bioma está presente quanto em outras. A economia do carvão vem apresentando uma crescente demanda, fator que leva a níveis de desmatamento só comparáveis aos da Amazônia em seus momentos de pico, quando os programas de redução começaram a ser implementados.
Bioma considerado um dos mais vulneráveis às mudanças climáticas, onde habitam 13 milhões de brasileiros, a Caatinga é apontada como uma das regiões que mais serão afetadas pelo aquecimento global. Estimativas apontam que 1/3 da economia do Nordeste, onde se encontram 80% do bioma, pode desaparecer. Por isso, o governo brasileiro incluiu a região no programa de redução de emissões de CO2, instituído pela lei sobre mudanças do clima – aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula em 2009.
Dados recentes sobre a situação da Caatinga foram debatidos ontem, em reunião com representantes dos ministérios do Planejamento, Indústria e Comércio, Agricultura e Reforma Agrária, Ibama, ICMbio e MMA, para definir o modelo lógico do PPCaatinga. Para a técnica do Ministério do Planejamento, Andreia Rodrigues, esta é das uma ferramentas à disposição do Governo para a execução do plano. O modelo vai definir as metas, a forma de atingi-las, as etapas de execução e a origem dos recursos que serão aplicados. “Faremos um diagnóstico completo para orientar as ações e controlar os resultados”, resume. A oficina termina nesta terça-feira (06/04).
Segundo Mauro Pires, diretor do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento do MMA, um dos maiores desafios é encontrar alternativas para a geração de energia. O ciclo do desmatamento na região começa nas pequenas propriedades – descapitalizadas e dependentes do carvão- e move as indústrias de gesso e cerâmica no Nordeste, bem como a de ferro gusa nas siderúrgicas do Centro-Sul.
A tecnologia sustentável aliada aos conhecimentos tradicionais do sertanejo no trato com o bioma, por outro lado, podem ser fortes aliados no controle do desmate, de acordo com a explicação do diretor do DPCD. Ele defende a elaboração de um modelo próprio, adaptado à situação da Caatinga, que aproveite a experiência adquirida no Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm) – que reduziu em 40% a média do desmatamento nos últimos 10 anos naquela região.
Valorizar os produtos da sociobiodiversidade, criar mecanismos de financiamento de atividades sustentáveis e o manejo dos recursos madeireiros e não madeireiros também fazem parte do leque de opções.
O Ministério do Meio Ambiente não considera descartada a possibilidade de conclusão da etapa preliminar do PPCaatinga para seu lançamento até o dia 28 de abril, quando é comemorado o dia da Caatinga. Os entendimentos nesse sentido seguem em ritmo acelerado. Um dos principais argumentos para garantir a agilidade na aprovação do PPCaatinga é o recém divulgado relatório de monitoramento do bioma, que está disponível no sítio eletrônico do MMA. O levantamento detalhado é apontado pelos técnicos como revelador do estado atual do bioma. (Fonte: MMA)
Por clipping
07 / 04 / 2010
http://noticias.ambientebrasil.com.br
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Não mude a paisagem, preserve!
http://adeliciadeserpps.com.br/ppsdiversos1/navegando.pps
Tempos difíceis

Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Precisamos começar JÁ!
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive... o papel da escola é passar o conhecimento e não a educação.
domingo, 4 de abril de 2010
Água - Fonte de Vida
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Presidente Lula empossa a nova ministra do Meio Ambiente
Jefferson Rudy/MMA
31/03/2010
O presidente Lula deu posse nesta quarta-feira (31/03), no Palácio do Itamaraty, em Brasília, à nova ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a outros nove ministros. Na ocasião, a ministra disse que pretende dar continuidade à gestão "vitoriosa" do Meio Ambiente no governo Lula iniciada por Marina Silva e consolidada por Carlos Minc.
Izabella ressaltou que pretende concluir os projetos e programas iniciados. "Vou trabalhar duro e espero ter sucesso nas ações do MMA com a participação engajada das entidades vinculadas ao ministério". Em seu discurso, o presidente Lula disse que o licenciamento da usina de Belo Monte (aprovado na gestão de Minc) foi muito importante para o abastecimento de energia no País, e relembrou a participação proativa do Brasil em Copenhague e a queda do desmatamento na Amazônia.
Disse ainda que os dez ministros estavam deixando o cargo para construir uma nova história política, e destacou a atuação de Carlos Minc, avaliando que o ex-ministro fortaleceu o papel do MMA na discussão e elaboração de políticas públicas no País. "Minc trabalhou com muita dedicação e lealdade, foi contestador e polêmico, mas deixou o MMA mais robusto".
No balanço de sua gestão, o ex-ministro do Meio Ambiente ressaltou a menor taxa de desmatamento da Amazônia nos últimos 20 anos, a elaboração do Plano de Mudanças Climáticas e as metas de redução de gases de efeito estufa, bem como o Fundo Amazônia, o Zoneamento Agroecológico e Econômico da cana-de-açúcar e o Macrozoneamento da Amazônia, a criação de novas unidades de conservação e dos Planos de Qualidade do Ar e de Combate ao Desmatamento na Caatinga e no Cerrado, dentre outras ações.
Após quase dois anos à frente da pasta, ele se despediu do cargo dizendo: meu sonho é que as questões climáticas e ambientais estejam sempre no centro das discussões políticas. Brigamos para defender nossas ideias e para colocar o MMA no âmbito da elaboração de políticas públicas".
Perfil da nova ministra
Nascida em Brasília, Izabella Teixeria é bióloga e possui mestrado em Planejamento Energético e doutorado em Planejamento Ambiental pela COPPE/UFRJ. Funcionária de carreira do Ibama desde 1984, exerceu o cargo de direção no instituto, bem como no MMA e no governo do estado do Rio de Janeiro.
Exerceu a condução e a gerência executiva de projetos e programas ambientais de programas de cooperação internacional (PPG-7, PNMA, PDBG, PMACI, dentre outros). Foi também professora de MBA e de cursos ambientais em diferentes universidades (UFRJ, escola politécnica), e especialista em avaliação ambiental estratégica. Atuou ainda como subsecretária de estado do Meio Ambiente da Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro de 2007 a 2008, e recentemente como secretária-executiva do MMA de 2008 a 2010.
